Nem só das depredações e do esquecimento padecem os monumentos. Uma cena inusitada ocorreu na sexta-feira (20) em Santos, quando um homem nu, aparentemente desorientado, subiu no monumento ao "poeta do mar" Vicente de Carvalho, em Santos. O fato foi registrado pelo jornal A Tribuna neste sábado (21). Clique na imagem para ler a matéria.
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sábado, 21 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Mais um ato de vandalismo contra monumento em Santos
Reportagem publicada nesta quinta-feira em A Tribuna mostra mais um ato de vandalismo contra um monumento do Centro de Santos. Infelizmente, não é a primeira vez que isso acontece em um dos mais novos patrimônios urbanos da cidade.
Inaugurada em 2012, o monumento em homenagem ao Corretor de Café, situado no bulevar da Rua XV de Novembro, próximo à Bolsa do Café, foi vítima de depredação poucos dias após retornar a seu posto, depois de um período de reparos justamente por outro ato de vandalismo ocorrido anteriormente.
O histórico de depredações à estátua impressiona. Matéria do G1, de agosto/2012, mostra outra depredação contra o monumento, pouco tempo após sua inauguração.
Lamentavelmente, é mais uma prova da falta de educação e consciência de muitas pessoas quanto aos monumentos públicos.
Confira abaixo a matéria:
Inaugurada em 2012, o monumento em homenagem ao Corretor de Café, situado no bulevar da Rua XV de Novembro, próximo à Bolsa do Café, foi vítima de depredação poucos dias após retornar a seu posto, depois de um período de reparos justamente por outro ato de vandalismo ocorrido anteriormente.
O histórico de depredações à estátua impressiona. Matéria do G1, de agosto/2012, mostra outra depredação contra o monumento, pouco tempo após sua inauguração.
Lamentavelmente, é mais uma prova da falta de educação e consciência de muitas pessoas quanto aos monumentos públicos.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
G1 destaca vandalismo em monumento de São Paulo
Matéria publicada nesta segunda (14/5) no portal G1 mostra um vandalismo "clássico" nos monumentos públicos. Unhas de personagens do monumento às Bandeiras, em São Paulo, foram pintados.
A agressão ao patrimônio lembra imagem registrada por nosso TCC em Santos, no monumento a Brás Cubas.
Leia matéria do G1 abaixo:
'Monumento às Bandeiras', de Brecheret, é alvo de vândalos em SP
Unhas de estátua que representa um bandeirante foram pintadas de azul.
Obra que fica ao lado do Ibirapuera é conhecida como 'Empurra-empurra'.
Um dos personagens retratados no Monumento às Bandeiras, do escultor Victor Brecheret, teve as unhas pintadas de azul em um ato de vandalismo, nesta segunda-feira (14) (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado/AE)
O Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, está localizado em avenida próximo ao Parque do Ibirapuera na Zona Sul de São Paulo. Ele é conhecido popularmente como "Empurra-empurra" ou "Deixa que eu empurro". (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado/AE)
________________________________________________________________
As fotos são da Agência Estado. O Jornal da Tarde também realizou matéria sobre o fato, com mais informações e opiniões sobre o ato de vandalismo:
Obra de Brecheret tem unha pintada
FELIPE TAU
Um dos maiores símbolos da cidade, o Monumento às Bandeiras, em frente ao Parque do Ibirapuera, na zona sul, foi mais uma vez alvo de vandalismo. Um dos bandeirantes da escultura, montado no cavalo à frente, teve as unhas do pé esquerdo pintadas de azul, num ato que permanecia anônimo e sem motivo aparente até ontem. A pintura estaria no local desde sábado, disseram pedestres.
A obra, conhecida também como “empurra-empurra”, retrata as bandeiras sertanistas do século 17, nas quais brancos e índios partiam da capital paulista para desbravar o interior do Brasil. De autoria de Victor Brecheret (1894-1955), a peça foi inaugurada em 25 de janeiro de 1953, com o Parque do Ibirapuera.
Apesar dos risos que o “esmalte” azul causou em quem passava pela Praça Armando de Salles Oliveira, onde está a escultura, a maioria reprovou o ato. “Não sei por que tanto esforço para danificar uma obra”, disse a estudante de arquitetura Natielle Mamteufel, de 19 anos.
Os delicados detalhes azuis contrastavam com a robustez do monumento. Feito de granito maciço, ele tem 11 metros de altura, 8,4 metros de largura e quase 44 metros de comprimento. A veterinária Daniele Ares, de 30 anos, também repudiou a pintura. “Se for intervenção, está errada: não pode mudar as características originais do objeto ”, disse ela, que defendeu mais seguranças no local.
Nos finais de semana, quando o movimento no Parque do Ibirapuera é maior, é comum ver turistas subindo na estátua para tirar fotos. O vendedor ambulante Fernando Costa Rosa, de 21 anos, disse, porém, que alguns passam do ponto. “Deixam lixo espalhado lá em cima. Já vi até fazerem cocô. Também picham duas vezes por mês”, relatou ele, que há cinco anos trabalha na praça.
O delegado Márcio Nilsson, titular do 36ºDP (Vila Mariana), disse que nenhuma ocorrência foi registrada até as 18h de ontem. Pichar monumento tombado, como é o caso da estátua, é crime ambiental, com pena de seis meses a um ano de prisão, além de multa.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou em nota que a Guarda Civil Metropolitana realiza rondas “sistematicamente” no monumento”. A Secretaria Municipal de Cultura, mantenedora da obra, afirmou em comunicado que ela passa por limpeza trimestral, para não sofrer desgastes.
Quando ocorre vandalismo, informou a pasta, equipes de limpeza vão ao local e o Departamento do Patrimônio Histórico faz vistorias. A secretaria afirmou que cuida de 400 obras na cidade e que “não há plano para cercar o monumento”. A professora Cláudia Fazollari, da Academia Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), concorda. “Ele faz parte da vida e do imaginário de todos nós.”
A agressão ao patrimônio lembra imagem registrada por nosso TCC em Santos, no monumento a Brás Cubas.
Leia matéria do G1 abaixo:
'Monumento às Bandeiras', de Brecheret, é alvo de vândalos em SP
Unhas de estátua que representa um bandeirante foram pintadas de azul.
Obra que fica ao lado do Ibirapuera é conhecida como 'Empurra-empurra'.
Um dos personagens retratados no Monumento às Bandeiras, do escultor Victor Brecheret, teve as unhas pintadas de azul em um ato de vandalismo, nesta segunda-feira (14) (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado/AE)
O Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, está localizado em avenida próximo ao Parque do Ibirapuera na Zona Sul de São Paulo. Ele é conhecido popularmente como "Empurra-empurra" ou "Deixa que eu empurro". (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado/AE)
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As fotos são da Agência Estado. O Jornal da Tarde também realizou matéria sobre o fato, com mais informações e opiniões sobre o ato de vandalismo:
Obra de Brecheret tem unha pintada
FELIPE TAU
Um dos maiores símbolos da cidade, o Monumento às Bandeiras, em frente ao Parque do Ibirapuera, na zona sul, foi mais uma vez alvo de vandalismo. Um dos bandeirantes da escultura, montado no cavalo à frente, teve as unhas do pé esquerdo pintadas de azul, num ato que permanecia anônimo e sem motivo aparente até ontem. A pintura estaria no local desde sábado, disseram pedestres.
A obra, conhecida também como “empurra-empurra”, retrata as bandeiras sertanistas do século 17, nas quais brancos e índios partiam da capital paulista para desbravar o interior do Brasil. De autoria de Victor Brecheret (1894-1955), a peça foi inaugurada em 25 de janeiro de 1953, com o Parque do Ibirapuera.
Apesar dos risos que o “esmalte” azul causou em quem passava pela Praça Armando de Salles Oliveira, onde está a escultura, a maioria reprovou o ato. “Não sei por que tanto esforço para danificar uma obra”, disse a estudante de arquitetura Natielle Mamteufel, de 19 anos.
Os delicados detalhes azuis contrastavam com a robustez do monumento. Feito de granito maciço, ele tem 11 metros de altura, 8,4 metros de largura e quase 44 metros de comprimento. A veterinária Daniele Ares, de 30 anos, também repudiou a pintura. “Se for intervenção, está errada: não pode mudar as características originais do objeto ”, disse ela, que defendeu mais seguranças no local.
Nos finais de semana, quando o movimento no Parque do Ibirapuera é maior, é comum ver turistas subindo na estátua para tirar fotos. O vendedor ambulante Fernando Costa Rosa, de 21 anos, disse, porém, que alguns passam do ponto. “Deixam lixo espalhado lá em cima. Já vi até fazerem cocô. Também picham duas vezes por mês”, relatou ele, que há cinco anos trabalha na praça.
O delegado Márcio Nilsson, titular do 36ºDP (Vila Mariana), disse que nenhuma ocorrência foi registrada até as 18h de ontem. Pichar monumento tombado, como é o caso da estátua, é crime ambiental, com pena de seis meses a um ano de prisão, além de multa.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informou em nota que a Guarda Civil Metropolitana realiza rondas “sistematicamente” no monumento”. A Secretaria Municipal de Cultura, mantenedora da obra, afirmou em comunicado que ela passa por limpeza trimestral, para não sofrer desgastes.
Quando ocorre vandalismo, informou a pasta, equipes de limpeza vão ao local e o Departamento do Patrimônio Histórico faz vistorias. A secretaria afirmou que cuida de 400 obras na cidade e que “não há plano para cercar o monumento”. A professora Cláudia Fazollari, da Academia Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), concorda. “Ele faz parte da vida e do imaginário de todos nós.”
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Matéria de 'A Tribuna' mostra destruição de monumentos em SV
Reportagem publicada no jornal A Tribuna nesta terça-feira (20) mostra uma triste situação em São Vicente. Monumentos instalados na Praça 22 de Janeiro estão sendo vítimas da ação de vândalos e viciados em drogas. Um dos mais atingidos é o monumento ao IV Centenário do Brasil, um dos mais antigos da Baixada Santista, datado de 1900. Clique na imagem abaixo e leia o texto.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Monumento "pula" carnaval em Santos
Um flagra bastante curioso foi publicado na edição de hoje do jornal A Tribuna. Uma leitora enviou foto do busto de Paulo Fernandes Gasgon, na Vila Belmiro, vestido a caráter para participar da Folia de Momo.
E como o Brasil começa a funcionar depois do Carnaval, voltamos com as atualizações deste blog. Em breve, começam as postagens dos monumentos de São Vicente!
E como o Brasil começa a funcionar depois do Carnaval, voltamos com as atualizações deste blog. Em breve, começam as postagens dos monumentos de São Vicente!
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Reportagem de A Tribuna mostra descaso com monumento em Santos
Na última quinta-feira (5), postamos aqui matéria do jornal O Estado de S.Paulo que abordava o descaso com os monumentos da cidade de São Paulo. Apenas dois dias depois, o jornal A Tribuna trouxe o assunto para o âmbito regional.
Reportagem publicada na edição deste sábado (7) mostra o abandono de um dos monumentos mais representativos do Centro de Santos: o feito em homenagem à Gaffrée e Guinle, os fundadores da Companhia Docas de Santos, localizado na Praça Barão do Rio Branco.
Em 2007, quando realizamos as fotos para o TCC Patrimônios Urbanos, já mostramos problemas nos monumentos (veja foto acima). Infelizmente, a matéria de Maurício Martins e Luigi Bongiovanni mostra que a situação se agravou.
Ao mesmo tempo em que nos alegra perceber que os monumentos de Santos estão tendo a atenção da mídia, lamentamos o estado de abandono que atinge muitas dessas obras de arte.
Confira abaixo a matéria. Clique na imagem para ampliar.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Reportagem do Estadão aborda descaso com monumentos
| Imagem: Marcos de Paula/AE - Reprodução |
Compartilhamos aqui duas interessantes matérias publicadas na edição desta quinta-feira (5) do jornal O Estado de S.Paulo. Elas abordam um problema envolvendo os monumentos, que também notamos existir em Santos e São Vicente.
Monumentos são atrações turísticas, ajudam a contar um pouco da história do lugar onde estão. Infelizmente, nossas autoridades ainda não acordaram para essa situação. Nem mesmo os gestores das duas maiores cidades do Brasil.
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,no-rio-estatua-sem-placa-deixa-turistas-confusos,819080,0.htm
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,sao-paulo-esta-repleta-de-estatuas-de-famosos-anonimos,819078,0.htm
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
TCC é publicado em 'Novo Milênio'
O trabalho que baseia este blog agora está disponível em um dos principais jornalis eletrônicos do litoral paulista, o Novo Milênio.
O portal realizou matéria sobre o nosso TCC e disponibilizou fotos e o texto final. Confira detalhes clicando aqui.
O portal realizou matéria sobre o nosso TCC e disponibilizou fotos e o texto final. Confira detalhes clicando aqui.
sábado, 20 de agosto de 2011
Materia Hipertexto - Arte na Rua
Este blog tem como foco principal a divulgação de nosso TCC, mas hoje vou abordar outra forma de arte: a pintura em quadros. E o mais interessante é que existe uma grande semelhança com os monumentos: as feiras onde estas pinturas são expostas também são ao ar livre.
O mais interessante é que, assim como os monumentos, os quadros expostos por muitos artistas plásticos (mesmo que seus nomes sejam desconhecidos) também podem ser vistos durante uma simples caminhada pelas ruas de Santos.
Na matéria abaixo, que fiz para o projeto Hipertexto, quando ainda estava na universidade, meu objetivo foi mostrar se eles sobrevivem desta atividade; se apenas dela conseguem tirar seu sustento. Diante dos vários exemplos, não há dúvidas de que são pessoas apaixonadas por esta atividade.
Espero que gostem!
Rua é lugar de arte em Santos
Por Lissandra Bernardo Martinho
Usando cores vibrantes e mostrando paisagens bem próximas da realidade, os artistas conseguem vender suas obras em duas feiras: a FeirArte, que funciona no Boqueirão, na Aparecida e na Zona Noroeste, e no Jardim das Artes, na praça em frente ao Aquário Municipal. Nesta última, todos os expositores são artistas plásticos.
Vender quadros na rua deixa a arte mais próxima das pessoas, mas mesmo com esse incentivo é possível viver apenas dela? No caso da pintora Maria Inês Veríssimo, a resposta é sim. “Eu sobrevivo com o dinheiro da venda dos quadros”, revela. Ela e o marido pintam há quase 30 anos. “Meu marido teve outro emprego, mas gosta mesmo é de pintar”. Os dois já fizeram exposição na Galeria Santista, uma das mais tradicionais da Cidade, mas Maria Inês afirma que os dois ganham mais vendendo na rua.
E se engana quem pensa que eles só vendem em épocas de turismo intenso. “O número de vendas é o mesmo durante todo o ano”, garante a pintora santista. Apesar de o Jardim das Artes ficar próximo a um importante ponto turístico, o Aquário, isso não garante maiores vendas. “O movimento é grande. Muita gente olha no caminho, mas nem sempre volta para comprar”, afirma Maria Inês.
Já Lourdes Marques Ferreira admite que sobrevive com a aposentadoria do marido. “A arte ajuda bastante para complementar a renda, mas não é o suficiente”. Lourdes fez vários cursos de pintura e vê na arte uma paixão. “Nós enfrentamos dificuldades para transportar o quadro até a feira. Além disso, tem a chuva, que atrapalha bastante”. Os filhos de Lourdes ajudam a levar os quadros para a feira. “Deixo tudo protegido para qualquer imprevisto, mas às vezes é uma correria”.
O casal Waldenize Silva Fernandez e Requeredo Fernandez dos Santos acha importante ver arte em locais públicos. “Não temos o hábito de freqüentar galerias, até porque há muitas tarefas no dia-a-dia. Ver tanta beleza exposta nas ruas é muito bom para a arte”.
Sem expansão
A Secretaria de Cultura (Secult) é responsável pelo Jardim das Artes. Segundo a assessora de assuntos ligados a museus e galerias, Solange da Costa, o artista interessado deve fazer uma inscrição para preencher uma das 40 vagas disponíveis. “Mesmo na rua, as feiras não têm espaço para se expandir”. Algumas exigências são obrigatórias. Por exemplo, o interessado deve morar em Santos.
Pela FeirArte, o órgão responsável é a Seção de Fiscalização de Eventos e Feiras Comerciais, departamento ligado à Secretaria de Finanças (Sefin). De acordo com o chefe de Fiscalização de Feiras e Eventos Comerciais, Floriano Gonzalez Júnior, uma lei regulariza as atividades no setor. “O artista deve pagar uma espécie de aluguel de solo a cada dois meses para ganhar uma licença”. Não é estipulado prazo para que o comércio continue a funcionar. “A falta de pagamento e o desinteresse pelo negócio é uma das principais causas de desistência”.
Gonzalez explica que, em breve, o Decreto-Lei municipal 3032, de 1997, que regula a atividade, sofrerá mudanças. “A idéia é que eles paguem a mesma taxa, mas de forma trimestral, como incentivo para o vendedor continuar na feira”. Hoje, a FeirArte tem 230 expositores que, além de quadros, vendem bijuterias, roupas, artigos de decoração. Para se ter uma idéia, a FeirArte do Boqueirão, por exemplo, já chegou a 4mil visitantes em um único dia.
Serviço - A FeirArte funciona todos os finais de semana; aos sábados ela fica na Avenida Conselheiro Nébias, na praia do Boqueirão, das 14 às 23 horas; na Praça Caio de Morais e Silva, na Aparecida, no horário das 14 às 22 horas e na Zona Noroeste, aos domingos, das 13 às 19 horas, na área do Jardim Botânico Chico Mendes.
O Jardim das Artes funciona todo o domingo das 14 às 20 horas, em frente ao Aquário Municipal, à Rua Francisco La Scala, na Ponta da Praia. Durante a semana, alguns pintores expõe no Bulevar à Rua Othon Feliciano, no Bairro do Gonzaga.
O mais interessante é que, assim como os monumentos, os quadros expostos por muitos artistas plásticos (mesmo que seus nomes sejam desconhecidos) também podem ser vistos durante uma simples caminhada pelas ruas de Santos.
Na matéria abaixo, que fiz para o projeto Hipertexto, quando ainda estava na universidade, meu objetivo foi mostrar se eles sobrevivem desta atividade; se apenas dela conseguem tirar seu sustento. Diante dos vários exemplos, não há dúvidas de que são pessoas apaixonadas por esta atividade.
Espero que gostem!
Rua é lugar de arte em Santos
Por Lissandra Bernardo Martinho
Usando cores vibrantes e mostrando paisagens bem próximas da realidade, os artistas conseguem vender suas obras em duas feiras: a FeirArte, que funciona no Boqueirão, na Aparecida e na Zona Noroeste, e no Jardim das Artes, na praça em frente ao Aquário Municipal. Nesta última, todos os expositores são artistas plásticos.
Vender quadros na rua deixa a arte mais próxima das pessoas, mas mesmo com esse incentivo é possível viver apenas dela? No caso da pintora Maria Inês Veríssimo, a resposta é sim. “Eu sobrevivo com o dinheiro da venda dos quadros”, revela. Ela e o marido pintam há quase 30 anos. “Meu marido teve outro emprego, mas gosta mesmo é de pintar”. Os dois já fizeram exposição na Galeria Santista, uma das mais tradicionais da Cidade, mas Maria Inês afirma que os dois ganham mais vendendo na rua.
E se engana quem pensa que eles só vendem em épocas de turismo intenso. “O número de vendas é o mesmo durante todo o ano”, garante a pintora santista. Apesar de o Jardim das Artes ficar próximo a um importante ponto turístico, o Aquário, isso não garante maiores vendas. “O movimento é grande. Muita gente olha no caminho, mas nem sempre volta para comprar”, afirma Maria Inês.
Já Lourdes Marques Ferreira admite que sobrevive com a aposentadoria do marido. “A arte ajuda bastante para complementar a renda, mas não é o suficiente”. Lourdes fez vários cursos de pintura e vê na arte uma paixão. “Nós enfrentamos dificuldades para transportar o quadro até a feira. Além disso, tem a chuva, que atrapalha bastante”. Os filhos de Lourdes ajudam a levar os quadros para a feira. “Deixo tudo protegido para qualquer imprevisto, mas às vezes é uma correria”.
O casal Waldenize Silva Fernandez e Requeredo Fernandez dos Santos acha importante ver arte em locais públicos. “Não temos o hábito de freqüentar galerias, até porque há muitas tarefas no dia-a-dia. Ver tanta beleza exposta nas ruas é muito bom para a arte”.
Sem expansão
A Secretaria de Cultura (Secult) é responsável pelo Jardim das Artes. Segundo a assessora de assuntos ligados a museus e galerias, Solange da Costa, o artista interessado deve fazer uma inscrição para preencher uma das 40 vagas disponíveis. “Mesmo na rua, as feiras não têm espaço para se expandir”. Algumas exigências são obrigatórias. Por exemplo, o interessado deve morar em Santos.
Pela FeirArte, o órgão responsável é a Seção de Fiscalização de Eventos e Feiras Comerciais, departamento ligado à Secretaria de Finanças (Sefin). De acordo com o chefe de Fiscalização de Feiras e Eventos Comerciais, Floriano Gonzalez Júnior, uma lei regulariza as atividades no setor. “O artista deve pagar uma espécie de aluguel de solo a cada dois meses para ganhar uma licença”. Não é estipulado prazo para que o comércio continue a funcionar. “A falta de pagamento e o desinteresse pelo negócio é uma das principais causas de desistência”.
Gonzalez explica que, em breve, o Decreto-Lei municipal 3032, de 1997, que regula a atividade, sofrerá mudanças. “A idéia é que eles paguem a mesma taxa, mas de forma trimestral, como incentivo para o vendedor continuar na feira”. Hoje, a FeirArte tem 230 expositores que, além de quadros, vendem bijuterias, roupas, artigos de decoração. Para se ter uma idéia, a FeirArte do Boqueirão, por exemplo, já chegou a 4mil visitantes em um único dia.
Serviço - A FeirArte funciona todos os finais de semana; aos sábados ela fica na Avenida Conselheiro Nébias, na praia do Boqueirão, das 14 às 23 horas; na Praça Caio de Morais e Silva, na Aparecida, no horário das 14 às 22 horas e na Zona Noroeste, aos domingos, das 13 às 19 horas, na área do Jardim Botânico Chico Mendes.
O Jardim das Artes funciona todo o domingo das 14 às 20 horas, em frente ao Aquário Municipal, à Rua Francisco La Scala, na Ponta da Praia. Durante a semana, alguns pintores expõe no Bulevar à Rua Othon Feliciano, no Bairro do Gonzaga.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Patrimônios Urbanos: TCC é divulgado em blog
O Trabalho de Conclusão de Curso Patrimônios Urbanos – Monumentos Escultóricos da Ilha de São Vicente, foi citado por mais um veículo de comunicação. Desta vez, o TCC foi tema de um post do Blog Radar Facos, que divulgou o link do vídeo que mostra algumas das principais imagens registradas para o TCC.
O blog foi criado, em fevereiro de 2010, pelos alunos do 7º semestre (4º ano) do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Santos, com o objetivo de divulgar o material produzido durante a graduação. Além de reportagens com fotos e textos opinativos sobre diversos assuntos, os usuários encontram matérias de rádio e mesas redondas. Muitas delas foram produzidas por alunos de anos anteriores.
O divulgação do vídeo do TCC foi feita por Thâmara Malfatti.
sábado, 13 de agosto de 2011
'Patrimônios Urbanos' vira exposição na UniSantos
Em março de 2008, o campus Boqueirão da UniSantos apresentou a exposição Patrimônios Urbanos – Monumentos Escultóricos de Santos, fruto de um Trabalho de Conclusão de Curso dos ex-alunos do curso de Jornalismo Allan Kardec Queiroz da Nóbrega e Lissandra Bernardo Martinho, sob a orientação do professor João Batista de Macedo Mendes Neto. A exposição reuniu 30 fotos, de um total de 100 que foram utilizadas no ensaio fotográficos para o trabalho, divididas em 12 painéis, identificadas pela área da cidade em que se localizam.
Fonte: http://www.professorreinaldo.com.br/sitenovo/dspnoticias.php?dsid=190
Fonte: http://www.professorreinaldo.com.br/sitenovo/dspnoticias.php?dsid=190
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Saiu na imprensa: Livro da Fams é ponto de partida para alunos da UniSantos
20/10/2007 - Monumento aos Andradas serviu como fonte para os alunos Allan Nóbrega e Lissandra Martinho
Link: http://www.fundasantos.org.br/news.php?extend.291.2
O livro Monumento dos Andradas, produzido pela Fundação Arquivo e Memória de Santos (Fams), serviu como importante fonte de pesquisa para Allan Nóbrega e Lissandra Martinho no Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de Jornalismo da Universidade Católica de Santos. Eles estiveram esta semana na Fams para doar o trabalho, que mostra, por meio de imagens, 118 monumentos de Santos e São Vicente – os jovens estavam acompanhados de Bianca Viscardi Barros, que também doou seu TCC, que aborda a realidade arquitetônica do Centro Histórico. Os trabalhos já estão disponíveis para consulta, de segunda a sexta, das 9 às 17 horas e aos sábados até às 13 horas, na Sala de Leitura Catarina de Aguillar (R.Visconde do Rio Branco, 48).
“A falta de documentação foi o nosso maior problema. Poucos livros falam sobre os monumentos históricos da região”, afirma Allan, que, junto com Lissandra, elaborou Patrimônios Urbanos – Monumentos Escultóricos da Ilha de São Vicente. Conforme explicou, além de enfocar as belezas de alguns equipamentos, o trabalho tinha outro importante foco. “Nossa intenção era mostrar a real situação em que se encontram esses monumentos e também sua relação com os habitantes da cidade e de quem a visita”, explicou.
Já Bianca Viscardi procurou, também com imagens, demonstrar a importância da preservação e revitalização do Centro Histórico de Santos. “Arquitetura é história, e a população está afastada dessa realidade”. Para ela, as características arquitetônicas estão presentes, em sua maioria, no primeiro andar dos prédios históricos. “Ninguém passa olhando para cima, por isso procurei, ao máximo, buscar os detalhes que muita gente não percebe”.
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