sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
segunda-feira, 7 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Monumento ao Surfista foi alvo de vandalismo
Por Lissandra Martinho
A notícia do G1 Santos de que o Monumento ao Surfista, localizado no posto 2, foi alvo de vandalismo me deixou indignada. E não é para menos: fizemos um Trabalho de Conclusão de Curso com fotos dos monumentos da cidade e de São Vicente justamente como forma de reconhecer a importância deles para o espaço urbano. Também procuramos mostrar como é a interação das pessoas com essas esculturas, que muitas vezes, ajudam a manter viva a própria história da cidade.
Assim como
foi mostrado na reportagem, observamos que nem todos respeitam esta forma de
arte. Em nossos registros fotográficos encontramos alguns monumentos quebrados
e pichados, o que é prejudicial para todos os munícipes, pois o conserto dessas
esculturas acabará saindo do nosso próprio bolso.
Segundo a
reportagem, o ato de vandalismo contra o monumento aconteceu ontem, dia 30 de
março. O braço da escultura foi danificado e o monumento quase caiu na água do
chafariz que fica em volta dele. A Guarda Municipal, ao receber uma denúncia
anônima, foi até o local e prendeu o rapaz que teria praticado o ato de
vandalismo, encaminhando-o ao 1º
Distrito Policial de Santos.
Veja o link
da reportagem aqui:
http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/vandalo-e-preso-apos-destruir-cartao-postal-na-orla-de-santos-sp.html
terça-feira, 19 de novembro de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Monumentos santistas sofrem com furtos de peças
Mais uma vez, a destruição do patrimônio público é o destaque deste blog.
Matéria publicada nesta terça-feira (23) em A Tribuna destaca um crescente problema: o furto de peças de bronze dos monumentos espalhados por Santos. A mais recente "vítima" é a estátua Soldado Ferido, no Monumento ao Soldado Constitucionalista, na Praça José Bonifácio.
A matéria cita outros monumentos onde o problema se repete, como o localizado na Praça Barão do Rio Branco e o Monumento a Gaffreè e Guinle, também no Centro.
Segundo a Prefeitura de Santos, ouvida pela reportagem, há 114 monumentos em Santos (mais que os cerca de 80 computados em 2007, à época de nosso TCC), cujo gasto anual para manutenção é de R$ 80 mil. Outro fato novo mostrado é que as tradicionais placas de bronze nos monumentos santistas aos poucos vão sendo substituídas por outras de fibra. Na falta de medidas efetivas para combater os vândalos, adota-se medidas paliativas que apenas diminuem o prejuízo financeiro.
Uma curiosidade sobre a matéria: as fotos são de Rogério Soares, um dos membros da banca de avaliação de nosso TCC.
Matéria publicada nesta terça-feira (23) em A Tribuna destaca um crescente problema: o furto de peças de bronze dos monumentos espalhados por Santos. A mais recente "vítima" é a estátua Soldado Ferido, no Monumento ao Soldado Constitucionalista, na Praça José Bonifácio.
A matéria cita outros monumentos onde o problema se repete, como o localizado na Praça Barão do Rio Branco e o Monumento a Gaffreè e Guinle, também no Centro.
Segundo a Prefeitura de Santos, ouvida pela reportagem, há 114 monumentos em Santos (mais que os cerca de 80 computados em 2007, à época de nosso TCC), cujo gasto anual para manutenção é de R$ 80 mil. Outro fato novo mostrado é que as tradicionais placas de bronze nos monumentos santistas aos poucos vão sendo substituídas por outras de fibra. Na falta de medidas efetivas para combater os vândalos, adota-se medidas paliativas que apenas diminuem o prejuízo financeiro.
Uma curiosidade sobre a matéria: as fotos são de Rogério Soares, um dos membros da banca de avaliação de nosso TCC.
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| Clique na imagem para ler a matéria |
| Em 2007, os monumentos do Centro de Santos já sofriam com vandalismo e falta de conservação. |
segunda-feira, 17 de junho de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Matéria da Folha destaca abandono de política sobre monumentos em São Paulo
Folha de S.Paulo - Cotidiano - 19/05/2013
DE SÃO PAULO
Há três anos, nenhuma das 430 obras de arte da cidade de São Paulo que estão em um programa de "adoção" para a iniciativa privada consegue interessados.
O conjunto de obras conta com monumentos, estátuas, bustos, esculturas e painéis espalhados por São Paulo. As obras precisam de reparos, de restauração e de conservação devido à ação do tempo, da poluição e do vandalismo.
Como o poder público alega não ter recursos para dar conta do custo de manutenção de todo o patrimônio, foi criado, em 1994, o programa "Adote uma obra artística".
Como houve estagnação do projeto, o DPH (Departamento do Patrimônio Histórico), ligado à Secretaria Municipal da Cultura, vai reformular a iniciativa e ampliar as possibilidades de adoção.
Leia a matéria completa no site da Folha
Adoção de monumentos não atrai empresas há três anos
JAIRO MARQUESDE SÃO PAULO
Há três anos, nenhuma das 430 obras de arte da cidade de São Paulo que estão em um programa de "adoção" para a iniciativa privada consegue interessados.
O conjunto de obras conta com monumentos, estátuas, bustos, esculturas e painéis espalhados por São Paulo. As obras precisam de reparos, de restauração e de conservação devido à ação do tempo, da poluição e do vandalismo.
Como o poder público alega não ter recursos para dar conta do custo de manutenção de todo o patrimônio, foi criado, em 1994, o programa "Adote uma obra artística".
Como houve estagnação do projeto, o DPH (Departamento do Patrimônio Histórico), ligado à Secretaria Municipal da Cultura, vai reformular a iniciativa e ampliar as possibilidades de adoção.
Leia a matéria completa no site da Folha
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